Sociobioeconomia e Sustentabilidade para a Autonomia Econômica: fortalecendo mulheres, gerando renda e valorizando saberes

O projeto, desenvolvido pelo Instituto Ayé, busca fortalecer a autonomia econômica e a inclusão sociobioeconômica das mulheres por meio da valorização dos saberes locais, do desenvolvimento de práticas produtivas sustentáveis, da organização coletiva e da ampliação das oportunidades de geração de renda.

Estado

Maranhão

Ambiente

Territórios relacionados à agricultura familiar, sustentabilidade e bioeconomia

Abrangência

Mulheres e redes locais e regionais; número de beneficiárias não informado

Duração

12 meses

Parceiro

Alumar

“Sociobioeconomia e Sustentabilidade para a Autonomia Econômica: fortalecendo mulheres, gerando renda e valorizando saberes”, desenvolvido pelo Instituto Aye, busca fortalecer a autonomia econômica e a inclusão sociobioeconômicadas mulheres por meio da valorização dos saberes locais, do desenvolvimento de práticas produtivas sustentáveis, da organização coletiva e da ampliação das oportunidades de geração de renda.

Como acontece?

Com duração de 12 meses, a iniciativa prevê ações de formação em bioeconomia, sustentabilidade, produção artesanal, biojoias, saboaria e conservação de insumos naturais, além de atividades voltadas ao associativismo, à gestão coletiva, à gestão de pequenos negócios, à precificação, à comercialização e ao uso das redes sociais para o empreendedorismo.

O projeto também promoverá mentorias, articulação de parcerias institucionais, participação em espaços de troca de saberes e comercialização e fortalecimento de redes locais e regionais, contribuindo para ampliar o acesso das mulheres a oportunidades e iniciativas relacionadas à agricultura familiar, à sustentabilidade e à bioeconomia.

Onde acontece?

Comunidades do entorno de São Luís – MA

Com o apoio da ALUMAR, a proposta pretende contribuir para o fortalecimento das capacidades produtivas e organizativas das mulheres, promovendo geração de renda, autonomia econômica, valorização dos saberes tradicionais, cooperação e sustentabilidade nos territórios envolvidos. A execução será orientada pela gestão participativa, envolvendo as comunidades no planejamento, acompanhamento e avaliação das ações.

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